Participei da primeira etapa do processo seletivo com o RH, que ocorreu de forma tranquila e organizada, o que me permitiu avançar para a etapa seguinte com a gestora da área, incluindo um desafio de roleplay.
No entanto, durante a segunda etapa, a condução da entrevista pela gestora levantou alguns pontos de atenção. Houve uma série de questionamentos relacionados à minha vida pessoal e financeira que considerei inadequados para o contexto, como perguntas sobre meu custo de vida morando fora do país, meu salário anterior no Brasil e se eu teria algum problema em receber em dólar residindo em um país cuja moeda é o euro. Também foi questionado se sou a única responsável pelas despesas da minha casa.
Além disso, em alguns momentos, a gestora utilizou a entrevista como espaço para expor insatisfações internas da empresa, mencionando a necessidade de lidar com alta pressão, o cansaço com a rotatividade na vaga e a expectativa de encontrar alguém que permanecesse na posição mesmo diante de propostas mais vantajosas. Esse tipo de abordagem contribuiu para uma percepção de desalinhamento e falta de profissionalismo na condução da conversa.
Outro ponto relevante foi o fato de minha localização ter sido tratada como um impeditivo, apesar de a vaga ser remota e com fuso horário compatível.